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INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns... e, de vez em quando "botar a boca no trombone"!

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  • CULPA DE EROS, OU DO PRÍNCIPE ENCANTADO?

    Já publicamos aqui sobre a atualidade do Mito de Eros e Psiquê, relatado por Robert A.Johnson, em sua trilogia "HE","SHE" e "WE".

    Mas, uma das partes que mais impressiona, e nos faz refletir, é a que segue:

     

    "Eros fez o máximo que pode para manter Pisiquê na inconsciência, chegando a prometer-lhe o paraíso se ela não o fitasse. Dessa maneira procurou dominá-la.

    Muitas vezes a mulher vive parte de sua vida sob o domínio do homem que tem dentro de si, o Deus interior, o ANIMUS. Seu Eros interno a mantém no paraíso praticamente sem que ela tome consciência disso. Ela não deve perguntar nada; não pode ter um relacionamento verdadeiro  com ele. Está totalmente sujeita a essa dominação interior.

    Um dos grandes dramas da vida interior da mulher ocorre quando ela desafia a supremacia do animus e diz: “Eu vou olhar pra você”. E quando ela o faz vê algo acima do Humano – um Deus ou um arquétipo- e cai numa solidão intolerável. Por essa razão é que o impasse, a dominação e a fantasia do paraíso duram tanto. Intuitivamente a mulher sabe que, se se libertar desse estado de possessão do ANIMUS, cairá na pior espécie de solidão.

    Várias mulheres sentem o poder que o animus exerce sobre elas, sem reconhecê-lo. Quando a mulher vê o animus, este não pode mais dominar sua Psiquê. Ela pode então, relacionar-se com ele, deixando de lhe ser subserviente".

     

    Infelizmente, o que se observa, é o número avassalador de mulheres que vivem o mito, não apenas em seu ANIMUS, mas, na mais absoluta realidade da relação e preferem continuar na inconsciência, que, nem sempre é sinônimo de paraíso. Vejo muitas mulheres não querendo ver a realidade, assentindo em desmandos de marido, pois assim elas se sentem de alguma forma protegidas.

     

    E, na maioria das vezes, são mulheres fortes, experientes, que poderiam estar usando todo seu potencial na relação e na vida, mas ficam esperando a salvação prometida nos livros infantis.

     

    Enquanto a mulher viver a ilusão do Principe Encantado ela não encontra dentro de si as armas prá crescer, pois está sempre esperando ser salva por Êle.

    Leia-se aqui: Também já fui assim rsrsrsrsrsrs

     

     

     Rodrigo Lombardi, no papel de "RAJ", o eterno príncipe

     

     

    ATIRAR NO QUE VÊ E MATAR O QUE NÃO VÊ!

    Este é um ditado popular brasileiro que me foi dito há anos atrás por uma pessoa muito querida, e, desde então, o assimilei e incorporei às minhas filosofias de vida!

     

    É uma alerta para estarmos sempre abertos a todas as possibilidades, pois, muitas vezes, de algo que você nem imagina, pode surgir uma grande oportunidade ou um grande negócio, ou até mesmo um grande amor, porque não?

     

    Muitas vezes estamos tão absorvidos pelo cotidiano que deixamos de olhar para tudo que está à nossa volta, e, com isso, abrir-se para novas oportunidades!

     

    Dedico este post a estas três mulheres que eu amo muito!!!!!

     

    IMPÉRIO ROMANO: CONSTRUÇÕES QUE SOBREVIVEM : JERASH

    Quando fizemos o trabalho sobre a influência da Era Romana nas diversas manifestações artísticas, o que mais nos impressionou foi a expansão do Império Romano, que tomou a Europa toda,  a bacia mediterrânea da África e da Ásia, como nos mostra o mapa da Wikipédia.

     

     

    Desde então, aguçou nossa curiosidade em conhecer as contruções feitas durante este período que sobrevivem até hoje!

     

    Há alguns dias recebemos, por intermédio de um amigo, que hoje vive na Áustria, algumas fotos de Jerash, na Jordânia, antiga Gerasa, conquistada pelos romanos em 63 A.C.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Coincidentemente, dias depois recebemos de nossa querida amiga Belisa, de Portugal, a indicação de um blog de um espanhol, infografista, Eduardo Bárragan que reproduz infográficamente  construções do Império Romano. Como estava disponível no Youtube, tomei a liberdade de reproduzí-lo aqui, mas gostaria de deixar o endereço do blog para que todos possam apreciar o trabalho meticuloso e interessante de Eduardo: http://italicaromana.blogspot.com

     

     

    Aos que se interessarem ver os outros posts desta série clique : Era Romana: Parte I  PARTE II   PARTE III  e  PARTE IV

    TUDO DEPENDE DO ÂNGULO DE VISÃO!

    Texto de autoria desconhecida recebido pela Net:

     

    A diferença de ser Sogra de Genro e Sogra de Nora:

     

     

    "Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem.
    Uma pergunta à outra:
    - Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco?

    - Ah! querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa, lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na faxina.
    Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!

    - Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?

    - Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas  do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que ajudar  na faxina! E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, em silêncio,  para sustentar a  preguiçosa, vagabunda, encostada da minha nora - aquela porca nojenta e mal agradecida!

     

    CONCLUSÃO:

     

    "Mãe é Mãe! Sogra é Sogra"!!!