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INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns!

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  • COMO SER UMA CIDADE DO BEM VIVER?

    Para ser uma cidade do "Bem Viver",  tem-se que cumprir 55 requisitos, dos quais:

     

     

    1-Promover e difundir a cultura do bem viver através de pesquisa, experimentação e aplicação de soluções para a organização da cidade.

    2-Atuar políticas ambientais para manter e desenvolver as características do território e do tecido urbano, valorizando, em primeiro lugar, as técnicas de recuperação e reutilização.

    3- Atuar política de infraestruturas que valorize o território e não a sua ocupação.

    4-Qualidade do ar, da água e do solo devem respeitar os parâmetros fixados por lei.

    5- Promover e difundir a colheita diferenciada do lixo sólido urbano.

    6- Promover a compostagem (decomposição controlada de resíduos) industrial e doméstica.

    7- A prefeitura deve garantir uso de depurador municipal de águas residuais.

    8- Atual plano municipal de economia de energia, com especial referencia ao uso de fontes energéticas alternativas e renováveis.

    9- Incentivar a produção e uso de produtos alimentares obtidos com técnicas naturais e compatíveis com o ambiente, com exclusão de produtos transgênicos.

    10- Plano regulador do uso e distribuição de placas e cartazes na cidade.

    11- Usar sistema de controle da poluição eletromagnética.

    12- Aplicar programa de controle e redução de poluição sonora.

    13- Usar sistema e programa de controle da poluição luminosa.

    14- Adotar de sistemas de gestão ambiental.

    15-Aprovar programas de intervenção para preservar e recuperar os centros históricos e obras de valor cultural e histórico.

    16- Adotar projetos para mobilidade segura e políticas para incentivar alternativas ao transporte privado, a integração do tráfego com os meios públicos e as áreas exclusivas de pedestres, ciclovias e vias exclusivas a pedestres para acesso a escolas, locais de trabalho, etc.

    17- Criar ciclovias entre escolas e edifícios públicos.

    18- Controlar as infraestruturas para garantir o uso de locais públicos a pessoas portadoras de deficiência física, abatimento de barreiras arquitetônicas e acesso às tecnologias.

    19- Promover programas para facilitar a vida familiar e as atividades locais como esporte, recreação, atividades que visem unir família e escola, assistência domiciliar a idosos e doentes crônicos, plano de organização dos horários da cidade e banheiros públicos.

    20- Criação de centro de assistência médica.

    21- Instalação de áreas verdes de qualidade e infraestruturas de serviços.

    22- Atuar plano de distribuição de mercadorias e criação de centros comerciais naturais.

    23- Estabelecer acordo com os comerciantes para recepção e assistência a cidadãos carentes: “loja amiga”.

    24-Atuar melhoria das áreas urbanas que estão em más condições e projetos para reutilizar a cidade.

    25- Intervir para a melhoria urbanística e promover uso de tecnologias com o objetivo de melhorar a qualidade do ambiente e do tecido urbano.

    26- Promover a bioarquitetura, com criação de departamento especifico e programas para formação de pessoal.

    27- Dotar a cidade de sistema de cablagem através de fibras óticas e sistemas sem fio.

    28- Controlar campos eletromagnéticos.

    29- Atuar plano horário de gestão e sistema de distribuição dos depósitos de lixo na cidade.

    30- Promover o plantio, em lugares públicos, de plantas de valor ambiental, com critérios de arquitetura naturalística.

    31-Oferecer serviços ao cidadão através da internet e promover o uso da rede cívica e telemática.

     

    32- Eliminar a poluição acústica em áreas barulhentas através de sistemas a prova de som.

    33- Promover o teletrabalho (trabalho via internet).

    34- Desenvolver a agricultura biológica.

    35- Conceder certificado de qualidade aos produtos de artesanato artístico.

    36- Tutelar os produtos e manufatos artesanais e/ou artísticos em risco de extinção.

    37- Usar produtos biológicos e/ou do território e promover a manutenção das tradições alimentares nos restaurantes coletivos e nos refeitórios escolares.

    38- Promover o censo da produção típica do território, apoiar a sua comercialização em mercados de produtos locais e ocasiões e espaços privilegiados para o contato direto entre consumidores e produtores de qualidade.

    39-Promover censo das arvores da cidade, valorizando as grandes ou históricas.

    40-Atuar para valorizar e conservar as manifestações culturais locais.

    41- Promover a instalação de hortas comunitárias urbanas e escolares, de produtos locais, cultivados com métodos tradicionais.

    42- Atuar programas de educação sistemática ao gosto, paladar e à alimentação nas escolas, em colaboração com “slow food”

    43- Instituir um “Convivium Slow Food” local.

    44- Atuar projetos da “Arca” ou “Presidio Slow Food” para espécies ou produtos em risco de extinção.

    45- Usar produtos do território tutelados por “slow food” e respeitar as tradições alimentares nos restaurantes e nos refeitórios escolares com programa de educação alimentar.

    46- Apoiar as produções típicas do território através da ativação dos “mercados da terra”.

    47- Apoiar o projeto “Terra Madre” e as comunidades alimentares através de iniciativas solidárias.

    48- Aprovar projetos para formação e informação turística e a boa hospedagem.

    49- Atuar plano de sinalização internacional e percursos turísticos guiados.

    50- Aprovar política de hospedagem e projetos para facilitar a visita dos turistas e acesso à informação e serviços, sobretudo durante eventos.

    51- Preparar de itinerários “slow” da cidade através de material impresso, via web etc.

    52- Promover a transparência dos preços e exposição das tarifas do lado de fora dos exercícios comerciais.

    53- Aprovar campanha de informação dos cidadãos sobre a finalidade de ser “cidade do bem viver” e a promoção entre todos os moradores, não apenas os operadores, da consciência de viver em uma “cidade slow”.

    54-Atuar programas para envolvimento da sociedade na filosofia “slow” e aplicação dos projetos “Cidades do bem viver”, de modo especial as hortas e jardins didáticos, presídio do livro e adesão ao projeto do Banco do Germoplasma.

    55- Aprovar programas de divulgação das atividades das “Cidades do Bem Viver” e de “Slow Food”.

     

     

    GREVE IN CHIANTI Uma das 70 cidades Italianas, que participam do movimento SLOW

     

    Além das providências públicas, para se viver as cidades do Bem Viver, será preciso também que cada um se prepare individualmente para esta "nova vida"!

    Abaixo te dou uma alternativa, com uma série de cursos, que te preparão para este momento!...Não deixe de analisar com carinho, pois ali tem dicas preciosas para uma vida melhor!...Uma das dicas que mais amei, foi o curso para confecção de e-books!

     

     

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