Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns... e, de vez em quando "botar a boca no trombone"!

INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns... e, de vez em quando "botar a boca no trombone"!

  • DEDINHA CONTINUA TUDO DE BOM!

    Há anos atrás escrevi um post aqui sobre alguns trabalhos de artesanato feitos por minha irmã, todos muito bonitos e de qualidade. Mas, ela se cansou, parou, e agora retornou com alguns trabalhos muito interessantes, que mostram uma evolução nas técnicas de seu aprendizado e uma ampliação no seu próprio fazer. Inclusive, já quero inseri-lo em nossa sessão "Não Descarto, Recrio", pois, além dela estar utilizando alguns materiais reciclados, como pedaços de madeira encontrados em restos de construção como este

     

    DEDA 2.jpeg

     Também tem aproveitado caixotes, tipo engradado, como este

    DEDA 1.jpeg

     E, utilizado filtros de café para fazer flores como estas desta caixa

    DEDA 6.jpeg

     Mas, tudo que ela tem feito, tem ficado muito bonito, não acham?

    DEDA 5.jpeg

     Esta é a minha preferida

    DEDA 4.jpeg

     O crédito das imagens é de Isabelle P. Canto

    NÃO DESCARTO!... RECRIO!

    Estamos inaugurando uma nova sessão no blog para publicar trabalhos feitos com materiais descartáveis.

     

    Acredito que este texto escrito pelo jornalista e escritor uruguaio Eduardo Galeano, dá a arrancada inicial com muita competência pois ele retrata exatamente o inconformismo dos mais velhos a descartar objetos. Como sou desse tempo e dessa filosofia, reproduzo aqui, e ilustro, no final, com trabalhos que fiz de filtro/coador de café. É um texto um pouco longo, mas vale apena ler até o fim pela riqueza de detalhes.


    O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…

    Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.
    E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!

    Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
    Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.

    O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
    Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.

    Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!

    É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
    E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.

    Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
    Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.
    Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? o afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?

    Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.

    Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de ... anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..
    Desse tempo venho eu. E não que tenha sido melhor.... É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa", mudar para o "compre e jogue fora que já vem um novo modelo".
    Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado... E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas... por amor de Deus!
    Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.

    E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.
    Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.

    Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular a poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
    Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos...

    Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê? Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.

    Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis. E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
    E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.

    Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.

    Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de bastos".

    As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.

    Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!

    E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.

    E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!
    Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

    Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.
    Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.
    Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.

    Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...

    Agora segue os trabalhos realizados com filtro de café. E atente para o detalhe, nem o pó de café é descartado. Ele é colocado nas plantas para adubação e afastar as pragas.

    Luminária

    DSC00329.JPG

     Outra Luminária. esta pintei de vermelho e acrescentei  laca/verniz

    DSC04502.JPG

     

    Máscara em alto relevo, também realizada com filtro de papel

    DSC00016.JPG

     

     Se você chegou até aqui, é porque é como nós! Mostre seu trabalho! Estamos criando uma nova Sessão no Blog para publicar trabalhos de pessoas que utilizam sucatas em suas criações. Envie fotos para o e-mail elizabete.pazeto@gmail.com com o título : NÃO DESCARTO!...RECRIO! Envie suas fotos e publicaremos seus trabalhos, devidamente creditados a você.

     

    AS MARCAS QUE DEIXAMOS

    Hoje partiu Jacinta, uma querida que tive o prazer de estar junto apenas uma vez, mas que me marcou profundamente.

     

    Jacinta tinha uma peculiaridade interessante: ela pintava embalagens que iam ser descartadas, enchia-as de balas e presenteava a todas as pessoas, até as que ela não conhecia, como é o meu caso. Com toda certeza esta será uma das marcas que ela deixará e será difícil não se emocionar ao tocarmos seus trabalhos.

     

    Impossível não refletir sobre o quanto os objetos manuseados ( Artesanatos) e os que envolvem uma criação (Arte) vêm impregnados de uma energia vital que permanece todo o sempre ao objeto, como se a eles pertencessem. 

     

    Não discutimos aqui o valor artístico ou estético! Nem o valor emocional ligado àqueles a quem o indivíduo convivia. Claro, para a família todos seremos lembrados por tudo que fomos. Falamos aqui desta energia, ou sinergia, que acompanha todo objeto que foi criado por algum indivíduo  para suprir alguma necessidade pessoal de expressão, ou até para preencher seu tempo criativamente. Queremos discutir aqui que a produção humana não pode ser medida apenas pelo que ditam os cânones da Arte, mas também por todo contexto desta produção e pelo que ela encerra em si mesma de afetividade e do proprio trabalho artesanal.

     

    Por isso hoje, ao tocar os objetos que ganhei de Jacinta, abracei-os e chorei muito. Chorei por Jacinta, chorei por mim, chorei por todos nós que temos uma passagem tão breve aqui e que questionamos para onde iremos, e que a única certeza que temos são das coisas que aqui plantamos, e das marcas que deixamos.

     

     

    ADEUS JACINTA!

    MINHA AMIGA É UMA ARTISTA!

    E tem mãos de fada! Caprichosa, meticulosa... e muito bom gosto!

     

    Desde que começou a fazer patchwork, tudo que ela faz fica lindo. Se você pegar o trabalho nas mãos, vai verificar a delicadeza dos pontos, e até o toque é muito bom, pois usa tecidos macios, de puro algodão!... A criatividade é tanta que não faz 2 peças iguais!... Ela se recusa e faz ainda mais bonita que a que você pediu! 

    Veja você mesmo!

     

     

    ARTESANATOS - PRESENTES MARCANTES!

    Todos os dias, enquanto tomo meu café da manhã, a visão que tenho, do meu ângulo na mesa, é esta:

     

     

    Dois quadrinhos feitos em Arte Francesa, por minha irmã, que me presenteou quando mudei-me para este apartamento.

    Difícil não me lembrar dela, e do carinho com que  fêz os tais quadrinhos!

    Que, vendo mais  de perto

     

     

     

     

    Observamos que,  além do trabalho de pintura da moldura, em seu interior, são inúmeras folhas de papel, se sobrepondo, para dar uma idéia de volume.

     

    Para dar uma finalização agradável aos olhos

     

     

    E mandar dizer a quem o recebe, o quanto aquela pessoa é querida!

    E, como diz o Profº Ives de la Traile : "ATRIBUIR VALOR, SIGNIFICA ATRIBUIR AFETO"

    PUXA-SACO - ARTESANATO OBSOLETO?

    Escrevemos há dias atrás sobre a crise das sacolinhas plásticas no Brasil, e questionamos até onde, realmente, estavam pensando no planeta!...Claro, fosse em benefício dele, teríamos adesão total!

     

    Bem, hoje, revendo algumas fotos de 2008, deparei-me com alguns artesanatos feitos neste ano, e, lá estavam, alguns de meus Puxas-Sacos ( objeto para organizar sacolinhas e saquinhos plásticos) feitos de madeira, com decoupage e pintura com tinta acrílica.

     

    Pensei, em como, então pouco tempo, uma coisa passa de altamente útil, para obsoleta!...Bem, não está de todo, pois ainda temos os saquinhos plásticos, e esta peça, ajuda a organizar, para não ficar espalhado pela casa, ou mal acondicionada.

     

    Bem em caso de desuso total, estas fotos, ao menos, servirão para ajudar a contar a história de nosso cotidiano, neste nosso tempo rsrsrsrsrs!...Amigas, temos que pensar nisso também: os nossos blogs serão armazenados, talvez para sempre, e ajudarão a contar muitas histórias.....

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    SKETCHBOOK, QUASE PROFISSIONAL!

    A semana passada, em minha escola, foi a semana da comunicação, e entre outras atividades, tivemos alguns workshops.

     

    Eu optei pelo de Sketchbook, pois me atraiu a idéia de fazer um, eu mesma, e com um pouco mais de profissionalismo e categoria do que o anterior, já demonstrado aqui!

     

    A D O R E I !...Deu bem mais trabalho, claro, o outro era bastante artesanal, mas, além de bonito, ficou bem encadernado, firme ao toque!

     

    Só um detalhe que deixou a desejar: - Fizemos a capa em tecido, como pede este tipo de encadernação, e, como estou nesta fase de personalização, gostaria de ter pintado a capa, com algum motivo, que me dissesse alguma coisa.

     

    Mas, já estou idealizando uma maneira de fazê-lo!...Quando fizer, compartilharei com vocês a técnica.

     

    Mas, por enquanto, vai aí a foto deste!

     

    A Capa

     

     

    A contracapa com folha de rosto e tudo!

    FAZENDO UM PRESENTE CARINHOSO...E COM SABOR!

    Hoje, estávamos reunidos com alguns amigos, à volta da churrasqueira e, como eu já havia preparado para fazer um vídeo, acabei dando continuidade nele, a despeito do churrasco!

     

    E foi legal, porque acabamos por dar boas risadas!...Quando fui editar o vídeo, acabei deixando as "gafes", por entender que são elas que acabam descontraindo o ambiente, e se transfomando em códigos do grupo.

     

    O vídeo ficou com som ruim, mas, creio que dê para entender!... Fizemos uma decoupagem num vidro, com vinagre e ervas dentro dele, para um eventual presente de última hora... Espero que gostem!

     

     

     

     

     

     

    Como Ganhar Dinheiro na Internet

    MEU PRIMEIRO SKETCHBOOK!

    Sempre fui dada a anotar as coisas que me interessavam em leituras, indicações de livros, frases interessantes, mas sempre o fiz nas contracapas de minhas agendas, pois achava que assim estariam bem evidentes e não se perderiam dentro delas.

     

    Mas, desde a semana passada, adquiri um outro hábito: Escrever em um Sketchbook que, para quem não sabe, é um tipo de um caderno, com folhas em branco, ideais para se fazer esboços ( Sketch), ou para o que mais lhe aprouver.

     

    Você pode simplesmente comprar um caderno, mas o bacana, é você mesmo criar seu próprio Sketchbook, superpersonalizado.

     

    Quem nos orientou, nesta missão, foi nossa professora de História da Arte, a maravilhosa Patrícia, e eu gostei tanto, que já estou fazendo o segundo!...Penso que vai virar mais uma de minhas manias!...

     

    Quando eu era criança, mamãe me dizia que eu era "como bobo quando pega na corda do sino"!...Não me lembro por quais motivos ela me dizia isso, mas, a verdade, é que eu sou mesmo como bobo quando pega na corda do sino, quando gosto de uma coisa!...Foi assim com o tricô, foi assim com a decoupage, está sendo assim com a Internet( Blog), e penso que assim será com o tal Sketchbook!

     

    Este primeiro fiz a capa em papel canson, daqueles mais grossos...Passei massa acrílica da Corfix, para imitar uma superfície bem rústica ( pedras), pois o motivo seria de Pintura Rupestre.

     

    Depois, com gel envelhecedor em diversos tons, fui criando as superfícies, e por fim com canetinha hidrocor desenhei os bois.

     

    Passei um pouco de cera, destas de passar no chão, mesmo, para dar uma certa proteção ao trabalho, para que não venha a manchar rapidamente... Isso feito, coloquei folhas de sulfite dentro, criei 2 furinhos com a tesoura, e por eles passei a lã, para amarrar as folhas.

    Bem artesanal, não é?...Muitos devem estar se perguntando se não seria mais fácil comprar um lindo caderno, visto que as ofertas neste sentido são imensas, mas, gente, é tão gostoso criar...fazer... olhar para o que você fêz... manusear seu trabalho..., enfim, cada louco com sua mania...E fiqei muito feliz de aprender mais essa!

     

    Já estou quase nos finalmente do próximo, que será uma deusa egipcia.

     

     

    Este fio que tem no meio é a lã usada na amarração!...Como não tinha na tonalidade, usei cinza mesmo

     

     

     

    APRENDA A FAZER SITES ARRASADORES QUE VENDEM COMO LOUCOS