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INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns!

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  • HISTÓRIA DA ARTE - A ERA ROMANA- PARTE 1

    Vamos tentar mostrar aqui as influências da Arte Romana na arquitetura, na pintura, na escultura, nas diversas manifestações artísticas...Embora se tenha farto material sobre o assunto na Internet, quando fizemos este trabalho em 2011 sentimos falta de algo que abordasse todos estes aspectos, e muitos não possuiam fotos, enfim, fizemos uma síntese, e gostaríamos de compartilhar com as pessoas que gostam de arte e história. 

     

    " Nos bons tempos, quando o poderio romano era inquestionável,o império romano cobria uma área territorial imensa, que ia da atual Inglaterra até a Rússia, passando por todo o norte da África, incluindo o Egito. Era um império formidável e modificou o mundo com novos conceitos sociais, administrativos e políticos. Recebendo a influência de muitos povos, os romanos foram os responsáveis por espalhar pelo mundo uma grande quantidade de idéias e princípios, como o próprio cristianismo. Também com a arte, a influência recebida de diversos povos - principalmente os gregos -, tratou de ser divulgada e implementada nos quatro cantos do planeta, pois o Império Romano significava a maior parte do mundo conhecido e civilizado nos séculos que antecederam e sucederam o nascimento de Cristo. É dessa época que falaremos.

     

    Ela desenvolve-se durante os quase seis séculos que vão da terceira Guerra Púnica (146 A.C.) ao séc. IV D.C., quando perde a originalidade e se dissolve na cristã-primitiva, e na bizantina. Para sua formação contribuíram elementos gregos e etruscos – principalmente gregos, o que se explica pela conquista de toda a Itália, então sede de inúmeras colônias gregas, pelas legiões romanas (séc. III A.C.).

     

    Ela sofreu duas fortes influências: a da arte etrusca popular que é voltada para a expressão da realidade vivida, e a da greco-helenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza.Um dos legados culturais mais importantes que os etruscos deixaram aos romanos foi o uso do arco e da abóbada nas construções.

     

     

    Esta é a cidade de Bagnoregio, de origem etrusca. Esta estrada, foi outrora, a principal ligação entre Roma e o Rio Tibre.

     

     Estatueta funerária de Chianciano, século V a.C., Museu Arqueológico de Florença, herança etrusca também.

     

    Grande parte do que se tem hoje sobre a era romana, provém de achados em Pompéia, a cidade destruída por vulcões em 79 A.C.

     

    Ruínas de Pompéia

     

    Algo bem curioso, quando das descobertas das ruinas de Pompéia, foram os corpos cobertos pelas cinzas do vulcão, que de início pensou-se serem estátuas...Só perceberam o engano, quando ao transportá-las, os pedaços de lavas foram se soltando e só então percebeu-se tratar realmente de corpos.

     

     

    Bem,  continua em Era Romana Parte II, III e IV

     

    A ARTE ROMANA - PARTE 3 - ESCULTURA

    A ESCULTURA NA ERA ROMANA 

    Embora os romanos tivessem copiado maciçamente a estatuária grega para atender à mania de arte helênica, desenvolveram gradualmente um estilo próprio. A escultura romana em geral é mais literal. Os romanos tinham em casa máscaras mortuárias, feitas em cera, dos ancestrais. Essas imagens realísticas eram moldes totalmente factuais das feições do falecido, e essa tradição influenciou os escultores romanos.

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     Máscara Mortuária Grega confeccionada no Período Romano

    MASCARA MORTUÁRIA REGIÃO FAYUM.jpg

    Másca Mortuária da Região de Fayum durante o Império Romano

    Ambas as máscaras foram retiradas do site da Agência de Notícias Brasil Árabe 

    Exceção a essa tradição era a produção em série de bustos, semelhantes a deuses, de imperadores, políticos e líderes militares, dispostos nos prédios públicos de toda a Europa, reafirmando uma presença política a milhares de quilômetros de Roma. É interessante observar que, no declínio de Roma, quando os assassinatos se tornaram o método preferido para a transferência de poder, os bustos reverteram para uma brutal honestidade. Uma estátua nada elogiosa de Caraculla revela um cruel ditador, e o escultura de Felipe, o Árabe, mostra um tirano desconfiado.

     

    Busto de Caraculla

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     Busto de Filipe o Árabe - Imperador Romano de 244 a 249 - Fonte Wikipédia

     

    Outra corrente importante da escultura romana foi o relevo narrativo. Painéis de figuras esculpidas representando feitos militares, decoravam arcos de triunfo, sob os quais desfilavam os exércitos vitoriosos conduzindo longas filas de prisioneiros acorrentados. A Coluna de Trajano (106 – 113 d. C.) é o mais ambicioso desses monumentos. Mostra um relevo envolvendo a coluna em mais de duzentos metros de espiral ininterrupto, comemorando o massacre que os romanos fizeram contra os dácios. Alguns consideram a construção da coluna um monumento em homenagem a um "genocídio", lamentável e repugnante motivação, mas não deixa de ser uma obra de arte. 

      

     Coluna de Trajano, em Roma

     

    Detalhe da Coluna de Trajano 150 cenas de massacre

     Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas por temperamento, eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos. Retratavam os imperadores e os homens da sociedade.

    Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito nos retratos.

    Com a invasão dos bárbaros as preocupações com as artes diminuíram e poucos monumentos foram realizados pelo Estado. Era o começo da decadência do Império Romano que, no séc. V - precisamente no ano de 476 - perde o domínio do seu vasto território do Ocidente para os invasores germânicos.

     

    Estátua de Augusto de Prima Porta com Eros a seus pés. 

    Augusto de Prima Porta com Eros a seus pés - Deta

    Detalhe da Armadura da Escultura de Augusto de Prima Porta

     

    Na Parte IV, falaremos sobre a Arquitetura! CONTINUA EM A ERA ROMANA PARTE IV

     

    condomínio fechado.jpg

    ESTÍMULOS E COMPORTAMENTOS

    Para enterdermos como funcionam os comportamentos humanos através dos estímulos que recebemos, e nos mostrar com isso um dos princípios da Gestalt, nossa apostila de Psicologia da Educação, do Centro Universitário Claretiano nos retrata o seguinte texto de Fernando Sabino, extraído do livro " A FALTA QUE ELA ME FAZ":

     

    "Era um bar da moda naquele tempo em Copacabana e eu tomava meu uísque em companhia de uma amiga. O garçom que nos servia, meu velho conhecido, a horas tantas se aproximou:

    –Não leve a mal eu sair agora, que está na minha hora, mas o meu colega ali continuará atendendo o senhor. Ele se afastou, e eu voltei ao meu estado de vaguidão habitual. Alguns minutos mais tarde, vejo diante de mim alguém que me cumprimentava cerimoniosamente, com um movimento de cabeça:

    –Boa noite, Dr. Sabino.

    Era um senhor careca, de óculos, num terno preto de corte meio antigo. Sua

    fisionomia me era familiar, e embora não o identificasse assim à primeira vista, vi logo que devia se tratar de algum advogado ou mesmo desembargador de minhas relações, do meu tempo de escrivão. Naturalmente disfarcei como pude o fato de não estar me lembrando de seu nome, e me ergui, estendendo-lhe a mão:

    –Boa noite, como vai o senhor? Há tanto tempo! Não quer sentar-se um pouco?

    Ele vacilou um instante, mas impelido pelo calor de minha acolhida, acabou aceitando: sentou-se meio constrangido na ponta da cadeira e ali ficou, erecto, como se fosse erguer-se de um momento para outro. Ao observá-lo assim de perto, de repente deixei cair o queixo: sai dessa agora, Dr. Sabino! Minha amiga ali do lado, também boquiaberta, devia estar achando que eu ficara maluco.

    Pois o meu desembargador não era outro senão o próprio garçom – e meu velho conhecido! – que nos servira durante toda a noite e que havia apenas trocado de roupa para sair. (…) (SABINO, 1980, p. 143-4).

     

     

     Fernando Sabino desenhado por Luan de Morais

     

    Este foi um exemplo da Gestalt em nosso cotidiano. Nas artes um de seus principais representantes é Mauritz Escher com suas imagens de dupla interpretação:

     

     

    Referência Bibliográfica:

    SABINO F. Chaves da Vaguidão. In: A falta que ela me faz.4. Edi. Rio de Janeiro: Record, 1980 apud SOUZA, Tatiana Noronha. Centro Universitário Claretiano- Psicologia da Educação. Batatais, 2012.

    REDAÇÃO DISSERTATIVA DESCOMPLICADA EM 7 LIÇÕES

     

    Muito interessante e de fácil assimilação as aulas de redação dissertativa do Professor Pimentel Filho.

    Em apenas 7 vídeos ele nos dá uma ideia bem consistente de como começarmos e como concluirmos nossas redações de forma criativa e interessante aos leitores. Com sua proposta de treinamento, em poucos dias podemos estar aptos a desenvolver um tema com qualidade e de grande interesse. Tomei a liberdade de reproduzir os vídeos aqui em nosso espaço.

     

    Vamos ao VÍDEO 1

     

     

     
    Para assistir ao VÍDEO 2 CLIQUE AQUI
     
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