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INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns...

INTERCAMBIANDO

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  • Ligar o "Foda-se", um caminho para ser feliz!

    A doutora em antropologia social, Mirian Goldenberg, brasileira e santista, já pesquisou mais de 5000 homens e mulheres sobre o tema: Corpo, Envelhecimento e Felicidade, que resultou no livro "A Bela Velhice". 

    Neste vídeo, entre outras coisas, ela nos conta o quão libertador é a idade madura, pelo fato de sermos donos de nosso tempo e não nos importarmos tanto com o que os outros dizem, podendo, de vez em quando, nos dar ao luxo de ligar o "foda-se".

    ...É justamente assim que me sinto nesta fase de minha vida!... Livre e feliz, e adoro ter meu tempo para fazer o que quiser! Realmente libertador!

    Nossos agradecimentos a amiga Eliane Batista pelo envio do vídeo.

    Quem tiver interesse em saber sobre a pesquisa completa que ela fez sobre o assunto, cujo tema é sua tese de doutorado, tem um documentário no Now- canal Philos - Original Philos.  

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    A Doutora Mírian Goldenberg

     

     

     

    Cremes Floratta "O Boticário" - Quanto custa o prazer?

    Desde 1995 que Domenico di Mazzi alerta em seu livro "O Ócio Criativo" para a importância do design na escolha de um produto. Lá ele diz que, cada vez mais as industrias se igulam na qualidade e o que realmente definiria a compra seria o seu design.

    Sempre penso nisso, mas nunca tinha sentido tão na pele, literalmente, essas palavras.

    Fui me reabastecer de meu creme predileto de já muitos anos, da linha Floratta do Boticário, e fui surpreendida pela mudança de sua embalagem, que saiu de um elegante frasco com caixinha florida,  para uma bisnaga sem graça, com a mesma quantidade do produto só que R$ 3,00 mais em conta. A justificativa é a economia! Mas, economia para quem?

    Para justificar tamanho choque visual a economia teria que ser de no mínimo R$ 10,00.

    A indústria parece se esquecer das coisas que movem o humano, principalmente as mulheres! Quando usamos um creme, não estamos apenas tratando a nossa pele (tato), queremos também o seu perfume (olfato) que nos acaricia e nos envolve em uma nuvem mágica quando caminhamos e deixamos nosso rastro. Queremos sentir o prazer de uma elegante embalagem (visão), como se dali se extraísse algum nectar mágico que mudará nossas vidas...E, de repente ouvir um elogio: puxa, que cheiro bom! (audição). São quatro sentidos atendidos por um único produto, portanto, muita coisa está em jogo.

    É essa complexidade que nos faz movimentar o mundo. Pensem, quem recebe um destes cremes de presente (que a maioria adora receber), numa bisnaguinha não terá o mesmo impacto da embalagem elegante com caixinha florida. Parece que não tem o mesmo valor... por aí já se percebe todo o impacto. A empresa precisa ter as opções.

    Querem realmente impactar? Então façam uma embalagem de refil, com material biodegradável que não poluirá o planeta, com preço compensador! Aí sim teríamos motivos suficientes para a mudança! ...

     

    Eu já estava saindo da loja sem levar o bendito creme, quando a atendente me chamou que ainda tinha uma embalagem antiga... Voltei para casa feliz, na certeza de que, por mais trinta dias terei minha satisfação atendida!...E vou guardar a embalagem e apenas repor o creme, pois não vou abrir mão deste prazer!

    floratta.jpg

     

    PROFESSORES QUE FAZEM A DIFERENÇA

    Fazer a diferença na educação não é fácil porque os que optam por esta área, em sua maioria, o fazem por amor. Então, aí já contamos com uma legião de pessoas bem intencionadas que dão o melhor de si e fazem trabalhos excelentes. Mas, não tem como não "saltar aos olhos" aqueles professores que realmente estão fazendo a diferença.

    É o caso do Professor Antonio Roberto da Silva, o Beto, e seu projeto "Raízes Afro-Indígenas" que esteve de 09 de Outubro a 30 de Novembro na Biblioteca Municipal de Americana e que estará amanhã dia 09/12 ( sábado) das 8:30 hs às 11:00 horas no CIEP da Cidade Jardim, Rua das Hortênsias, 1555 - Americana/SP.

    Neste projeto ele teve a colaboração da Profª Beatriz Erclievsky Piglione, que contou com um extenso trabalho de pesquisa em torno do assunto e etapas complexas considerando-se a faixa etária dos alunos.

    A fase de pesquisa iniciou-se pelos estudos das culturas Afro-Indígenas, e seus grafismos etnicos

    desenho de grafismo indígena 2.jpg

    Depois as pinturas destes grafismos e já criando amostras para o trabalho final

    Exercício pintura grafismo 2.jpg

    Pintura  mascara e grafismo 3.jpg

     A papietagem das máscaras

    Papietagem dos moldes de mascaras gde 4.jpg

    E, a pintura do conjunto final. Observe-se a sustentabilidade do trabalho todo com a utilização de materiais recicláveis

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     E, finalmente, as máscaras prontas para exposição

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    A exposição contou com painel de abertura e sua trajetória com os processos de pesquisa e criação. Parte dele menciona:

    A exposição faz parte das etapas do Projeto “Raízes Afro- Indígenas” dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos CIEP “Prof. Octávio César Borghi” (Cidade Jardim) que foram realizadas a partir de leituras e releituras da arte africana e indígenas (grafismos, pinturas corporais, arte plumária, mascaras, etc.) produzidas com materiais artísticos e reaproveitados do meio ambiente.

    E reflete:

    Um projeto de perguntas: Inspirou-se em nossas “raízes”? O aluno fruiu arte por necessidade? Tornou-se sensível a ela? Buscou compreender, interpretar, analisar, recriar, reinterpretar o seu trabalho e o dos outros? Produziu trabalhos artísticos utilizando sua poética pessoal e coletiva para expressar e comunicar imagens, ideias, pensamentos e sentimentos? Construiu conceitos sobre arte? Poetizou o seu universo?

     

    Pensamos que todos estes objetivos foram alcançados e, a nós, o prazer de fruir destes trabalhos tão ricos em suas etapas criativas e resultado final.

    Mas, para que as perguntas encontrem eco em pensadores célebres citamos Vigotsky,  p. 316, apud Ceres Murad, p. 79

    "O efeito da reação estética do fruidor diante da obra de arte, tal como um cuito-circuito entre sentimentos e ideias contraditórias, movimenta o psiquismo, resultando em tornar mais complexos o pensamento e a vida afetiva. A arte introduz cada vez mais a ação da paixão, rompe o equilíbrio interno, modifica a vontade em um sentido novo, formula para a mente e revive para o sentimento aquelas emoções, paixões e vícios que, sem ela teriam permanecido indeterminado e imóveis".

     

    REFERÊNCIAS

    MURAD, Ceres. Ópera na Escola: uma experiência de aprendizagem. São Paulo: Editôra Senac São Paulo, 2010.

     

    E-REFERENCE

    https://bibliotecadeamericana.com/ - acesso em 8.12.2017.

     

     

    A Atualidade de Thomas Morus

    O livro Utopia de Thomas Morus (1480-1535) foi escrito em  1516 e logo nas primeiras páginas é possível identificar sua atualidade, apesar dos anos que nos separam. Logo percebe-se que muito pouco mudou nas desigualdades sociais, apesar de todos os avanços que tivemos, desde então.

    Logo na página 42,  Rafael Hitlodeu, personagem do livro que, ao que parece, realmente existiu, faz uma reflexão sobre a situação dos serviçais, cujos patrões faleciam ou empobreciam, deixando-os à deriva, sem trabalho, sem sustento, sem teto e sem alternativas de sobrevivência, tendo, muitas vezes que roubarem para se manterem... E, uma vez pegos em ação, eram enviados à forca. É também uma crítica à dureza com que eram tratados esses cidadãos cujo maior crime era o de não achar ninguém que aceitasse os seus serviços.

    O personagem reflete também sobre o avanço do pastoreio de ovelhas que sustentava a indústria da lã que começava a despontar, em detrimento das áreas agrícolas que, bem ou mal, empregavam um número bem maior de mão de obra.

    É interessante notarmos já neste ano de 1516 a preocupação crescente com os avanços de uma sociedade que a cada dia utilizaria menos mão de obra, e sobre os monopólios já existentes, neste caso, sobre o preço da lã e da engorda do gado, imputando aos mais ricos e gananciosos a culpa pelo desequilíbrio social que havia, traçando paralelos destes cidadãos com a burguesia e a nobreza que ostentavam luxo nas vestes, na alimentação e em suas vidas lascivas.

    O personagem aponta o dedo para o abandono de milhares de crianças aos "estragos de uma educação viciosa e imoral. A corrupção emuchece, à nossa vista, essas jovens plantas que poderiam florescer para a virtude, e, vós as matais quando tornadas homens e cometem os crimes que germinam desde o berço em suas almas". (pag.44)

    Não estaríamos nós, também, deixando nossas crianças ao abandono quando nos negamos a educá-las para uma vida de responsabilidades? Ao não lhes cobrar estas responsabilidades, deixando-as livre para escolherem estamos supondo que estas crianças já possuem discernimento para entenderem o que é bom ou ruim para si o que , na maioria das vezes, não é verdade. Se a própria lei considera o limite de 18 anos para qualquer indivíduo responder pelos seus atos, quer dizer que, antes disso, temos nós pais e educadores que mostrar-lhes os caminhos.

    É impossível para quem leciona no Brasil, não traçar paralelos com nossa atual situação, não apenas social, de desigualdades crescentes, como na própria educação, onde discursos vazios e comodismos imputam às nossas crianças essa educação "viciosa e imoral". Viciosa porque as famílias deixam a educação por conta da escola e esta acha que não é sua responsabilidade e sim dos pais. Imoral porque não corrigem seus erros, apenas maquiam números que lhes servirão para receber seus bonus e servem a uma política eleitoreira e corrupta.

     

    REFERÊNCIA

    MORUS Thomas. A Utopia. São Paulo: Atena Editôra, 1956

     

    E-REFERENCE

    https://cronicas-portuguesas.blogspot.com.br/2007/12/rafael-hitlodeu-um-notvel-portugus-do.html  - acesso em 02.12.2017

     

    Resultado de imagem para crianças abandonadas

    foto: http://www.paraiba.com.br/2011/03/28/23236-conselho-tutelar-resgata-duas-criancas-abandonadas-no-bairro-de-mandacaru-uma-tinha-7-meses-e-a-outra-4-anos, acesso em 02.12.2017

     

    Como este tema "Utopia" nos é muito caro, desenvolvemos aqui uma proposta para construirmos nossas "Pequenas Utopias"

    PANETONE MUITO PRÁTICO!

    Receitas de Panetone tem às dúzias aí pela net, mas acho esta bem especial, pois a massa é meia mole e pode ser feita quase totalmente na batedeira, dando, portanto, bem menos trabalho que a massa tradicional, e ficando tão bom quanto!...Aliás a massa fica fofíssima e leve.

     

    Vamos lá:

     

    1 kg de farinha de trigo

    6 ovos

    250 gramas de manteiga

    4 tabletes de fermento Fleishman (15 gr. cada)

    1/2 litro de leite

    2 1/2 xícara de açúcar

    1 colher (chá) de sal

    Essencia para panetone

    Frutas cristalizadas, passas sem sementes e nozes picadas

     

    Aqueça o leite e divida-o em 2 partes.

    Numa derreta a manteiga, noutra dissolva o fermento.( nesta parte o leite deverá estar morno, apenas, pois senão passa do ponto ideal para o fermento)

    Vá batendo na batedeira os ovos, adicione o açúcar, o sal, e vá alternando a  farinha, e os dois leites, até concluir. Bata bem, e deixe crescer na própria tigela da batedeira.

    Depois de crescido adicione  a essencia de panetone, as frutas cristalizadas, as uvas passas e as nozes.

    Coloque em formas de papel apropriadas,  faça uma cruz em cima,  deixe crescer novamente.

    Antes de pôr no forno a assar, pincele em cima com gema de ovo.

    O tempo de forno vai depender de cada forno, mas, em média, vai mais de 30 minutos, devido a altura do panetone. Se abaixar o forno após o crescimento, poderá deixar aprox. 40 minutos.

     

    Viu que molezinha?

     

    Feliz Natal, desde já!

     

     

    A FOTO É DO PANETONE DA BAUDUCO, QUE É MUUUIIITTOOO BOM TAMBÉM!

     

    Walcyr Carrasco e Eu! Uma relação de longa data!

    Nunca fui dada à tietagem. Claro, adoro os ídolos, mas nunca tive coragem de lhes pedir um autógrafo. Já me sentei ao lado de alguns em restaurantes e não pedi para tirar foto. Acho isso de tremendo mau gosto!...Imagine, atrapalhar o seu sacrossanto momento de paz!...Uma heresia!

    A não ser quando criança, pedi pelo correio que me enviassem a foto do Ted Boy Marino, e olhava sempre para ela, encantada... Isso foi o máximo a que cheguei.

    ...Até a última sexta-feira quando soube que Walcyr Carrasco iria estar na cidade de Sumaré/SP para fazer uma palestra de abertura do concurso "Professor/Escritor". Eu tinha que vê-lo e mostrar-lhe minha coleção de artigos seus publicados na revista Veja desde o ano de 1994, páginas amareladas pelo tempo: um luxo! Aqui mesmo no blog já publiquei um deles.

    Nesta época ele ainda não era tão conhecido como agora, por conta de suas novelas na Rede Globo de Televisão, mas eu apreciava tanto os textos que, quando precisava por as revistas na reciclagem porque não tinha mais lugar para guardá-las, destacava os textos do Walcyr e guardava-os. 

    O que eu não imaginava era que algum dia eu teria a oportunidade de mostrar-lhe a minha coleção. 

    E eu aproveitei para dizer-lhe, pessoalmente, o quanto o amava! 

    ...Agora só me falta dizer a mesma coisa ao Leandro Karnal.

    walcyr _eduardo milani e eu.jpeg

     O Escritor José Eduardo Milani, Walcyr Carrasco e Eu com os textos na mão

     

    CONCURSO PROFESSOR ESCRITOR/EDITAL

    Está aberto desde o dia 12 de setembro e vai até o dia 12 de outrubro de 2017 as inscrições para o concurso Professores Escritores da Prefeitura de Hortolândia/SP, e da Academia Paulista de Letras, que contemplará três profissionais da educação, sejam eles  professores, educadores ou gestores.

    A Obra inscrita deverá ser em língua portuguesa, ficcional, inédita, podendo ser apresentada na forma de a) romance, b) coletânea de contos, c) coletânea de crônicas, d) coletânea de poesias. Contudo, poderá ser utilizado até 25% de seu conteúdo em posts escritos pelo próprio autor em blogs ou em revistas eletrônicas. O total de páginas poderá variar entre 25 e 100 páginas.

    Os prêmios serão:

    1º lugar:  Um automóvel zero Km, publicação do livro.

    2º lugar:  Uma bolsa de estudo em graduação ou pós graduação à distância.

    3º lugar: Uma bolsa de estudo em graduação ou pós graduação à distância.

    Os prêmios serão ofertados pelos patrocinadores que são a Revista Caras e a UNIMES - Universidade Metropolitana de Santos.

    Veja o link para o edital do concurso.

    As inscrições deverão ser realizadas no site da Prefeitura de Hortolândia.

     

    PEQUENAS UTOPIAS

     Zigmunt Bauman, diz que

    " Para que a utopia nasça, é preciso duas condições. A primeira é a forte sensação (ainda que difusa e inarticulada) de que o mundo não está funcionando adequadamente e deve ter seus fundamentos revistos para que se readéque. A segunda condição é a existência de uma confiança no potencial humano à altura da tarefa de reformar o mundo, a crença de que “nós, seres humanos podemos fazê-lo”. Essa crença está articulada com a racionalidade capaz de perceber o que está errado com o mundo, saber o que pode ser modificado, quais são seus pontos problemáticos e ter força e coragem para extirpá-los. Em suma, potencializar a força do mundo para o atendimento das necessidades humanas existentes ou que possam a vir existir (2009, p. 38).

    Desde que Thomas More escreveu seu livro Utopia, em 1516, que o assunto passou a chamar a atenção de seus contemporâneos, embora já tivesse sido abordado por outros autores. De lá prá cá, é assunto recorrente de livros, publicações e estudos.

    A nossa proposta aqui é cada um criar sua própria utopia, que nada mais é que algo idealizado, é a ideia de civilização ideal, fantástica, imaginária. É um sistema ou plano que parece irrealizável, é uma fantasia, um devaneio, uma ilusão, um sonho. Do grego “ou+topos” que significa “lugar que não existe”. Pode ser até mesmo um cantinho para se aproveitar uma boa leitura, longe do mundo, um lugar utópico.

    Quando caminho pelo meu bairro percebo o quanto o homem tem um poder transformador e cria para si e aos que estão ao seu entorno um mundo melhor e mais feliz. Chamei a isso de "pequenas utopias". Como toda cidade, Americana tem seus lugares onde a Prefeitura não dá conta de resolver todos os desejos da população de organização, ordem, limpeza, estética, fruição, mas alguns cidadãos não ficam esperando por esse milagre. Vão plantando suas utopias pelo caminho. Vão criando pequenos nichos de paraíso, como estes amigos fizeram em frente à sua casa: 

     Um banquinho prá sentar e aproveitar a sombra da árvore, ladeado de plantinhas que foram cultivando

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    Uma mangueira que abriga os carros

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    Uma pequena floresta que se forma, onde antes era o vazio que deixava à mostra apenas a alta tensão

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    Com infinidade de espécies que foram "surgindo"

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    Pequenas amoreiras que trazem os pássaros de volta

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    E, assim, vão "refrescando" a avenida

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    Modificando o seu entorno... Construindo sua pequena utopia.

     

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    Até nós, nos arriscamos em nosso prédio! Alguém pediu frá fazer?... Não!... mas também ninguém disse que não podia!

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    Minha irmã, também criou sua pequena utopia

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    Para os que desejarem se aprofundar mais no assunto Utopia tem este excelente texto no PÚBLICO, site português.

    Para quem desejar uma fruição envolvendo Thomas More, sugiro a série "The Tudors" que tem no Netflix. Eu já a assisti, mas agora estou assistindo novamente com o olhar voltado particularmente a ele, Thomas More, que além de filósofo, advogado, escritor, diplomata, foi também Chanceler do reino de Henrique VIII. Mas não assista antes de ler o post do Público, vale a pena se aprofundar no assunto!

     

    BIBLIOGRAFIA

    BAUMAN, Zygmunt. Entrevista. Cult, São Paulo, n. 138, p. 37-41, ago. 2009.

     

    E-REFERENCE

    UTOPIA , encontrado em https://www.significados.com.br/utopia/  acessado em 07/09/2017 às 16:30 hs.

     
     
     

    O MOTOR DO RENALITA

    Apenas aos 39 anos dei me conta do quanto os sons afetam nossas vidas.

    Havíamos nos mudado para a cidade de Santos/SP, e ao ouvir os apitos dos navios meu coração se enchia de alegria, como se alguém querido fosse chegar.

    Vivia feliz!... Afinal, em uma cidade portuária entra navio à toda hora.

    ... Até o dia em que a minha morena embarcou no Renalita* para fazer dramaturgia na Anhembi/Morumbi em São Paulo!...Não poderia pensar futuro mais brilhante para ela!

    Mas, então, porque o coração sangrava com o barulho do motor do Renalita?

    Assim foram todas as madrugadas: Eu me levantava, aprontava o café da manhã dela, dava um abraço, voltava deitar mais um pouquinho antes de sair para o trabalho, e a hora que o Renalita partia, partia meu coração...

     

     

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    DEDINHA CONTINUA TUDO DE BOM!

    Há anos atrás escrevi um post aqui sobre alguns trabalhos de artesanato feitos por minha irmã, todos muito bonitos e de qualidade. Mas, ela se cansou, parou, e agora retornou com alguns trabalhos muito interessantes, que mostram uma evolução nas técnicas de seu aprendizado e uma ampliação no seu próprio fazer. Inclusive, já quero inseri-lo em nossa sessão "Não Descarto, Recrio", pois, além dela estar utilizando alguns materiais reciclados, como pedaços de madeira encontrados em restos de construção como este

     

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     Também tem aproveitado caixotes, tipo engradado, como este

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     E, utilizado filtros de café para fazer flores como estas desta caixa

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     Mas, tudo que ela tem feito, tem ficado muito bonito, não acham?

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     Esta é a minha preferida

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     O crédito das imagens é de Isabelle P. Canto