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INTERCAMBIANDO

Blog para fazer amigos pelo mundo, falar do cotidiano, experiências , sentimentos e relacionamentos das pessoas comuns...

07.05.10

DESAFIANDO SERGIO E RENATO


Bete do Intercambiando

Quero lançar aqui, hoje, um desafio a 2 motoqueiros muito Fofos e atrevidos.

Será que vocês passariam neste teste? (rsrsrsrrsrsrsrsrs). O PIOR É QUE NÃO DÁ NEM PRÁ PENSAR EM CAIR.....DÁ UMA OLHADA NOS CONES TODO COM PONTAS.....AI QUE MEDA!

05.05.10

THEREZINHA


Bete do Intercambiando

Therezinha é uma amiga, lá das paragens de Santos-SP, Brasil. Uma amiga, não! Uma irmã!....

Se tivesse que definir uma imagem para ela, com certeza seria a da Galinha que abriga seus pintinhos debaixo da asa.( Com todo respeito: Galinha, aqui colocado no sentido literal da palavra). RSSSSSS

Mas, ela põe debaixo da asa, não apenas os seus próprios pintinhos, mas todos que estão à sua volta.. Com isso ela vive sobrecarregada de afazeres e preocupações.  Mas, encontra tempo, no meio de tudo isso, pra fazer alguns artesanatos, adivinha prá que: prá dar de presente, é claro!

Um dos artesanatos muito bonitos que ela fez, vamos postar as fotos  aqui, hoje! São pratos decorados, que ela aprendeu a fazer através de um video, e vou pedir a ela,  que reproduza o passo a passo aqui prá nós, em uma aula.... Tenho certeza que vão todos querer aprender, porque são muito bonitos!

A música é "Love for Sale", com a brasileira Zizi Possi.

 

 

04.05.10

MAIS DOIDA QUE EU!


Bete do Intercambiando

Se todo mundo viu este video no Uol me perdoe, mas não resisti!... Encontrei alguém mais doida que eu quando dá ataque de risos...

Uma vez fui tirar fotos 3/4 para documentos para a família toda... O marido tirou, a filha tirou, a outra filha tirou... quando chegou minha vez não tinha como o fotógrafo tirar a bendita da foto, pois eu ria, ria. Recomeçávamos, eu respirava fundo, quando ia bater a foto, começava tudo de novo!...

E quando eu trabalhava numa Imobiliária daqui, há muitos e muitos anos atrás, então!...

 O "patron" me chamava para fazermos os anúncios do jornal para o fim de semana, mas ele falava tanta pataquada naquele texto, que ao reler algumas partes eu não conseguia, de tanto rir......ainda bem que ele ria também e nunca se aborreceu comigo por isso....Mas, vamos lá, espero que se divirtam como eu com este vídeo.

Beijos a todos

 

 

 

02.05.10

ATUALIDADE DO MITO SEGUNDO ROBERT A. JOHNSON


Bete do Intercambiando

Peço que leiam o POST ANTERIOR, para que fique mais claro o entendimento deste.

                                               Quero deixar registrado aqui uma das passagens, que considero uma das mais importantes do Livro  sobre O ENTENDIMENTO DA ALMA FEMININA (SHE), de Robert A. Johnson, e quero dedicá-la às nossas 3 meninas, mas em especial À GI, que no dia de hoje está mais para usar a faca que a lâmpada, mas tenho certeza que a sua sabedoria irá optar pela segunda, como sempre ela faz.

Eros fez o máximo que pode para manter Pisiquê na inconsciência, chegando a prometer-lhe o paraíso se ela não o fitasse. Dessa maneira procurou dominá-la.

Muitas vezes a mulher vive parte de sua vida sob o domínio do homem que tem dentro de si, o Deus interior, o ANIMUS. Seu Eros interno a mantém no paraíso praticamente sem que ela tome consciência disso. Ela não deve perguntar nada; não pode ter um relacionamento verdadeiro  com ele. Está totalmente sujeita a essa dominação interior.

Um dos grandes dramas da vida interior da mulher ocorre quando ela desafia a supremacia do animus e diz: “Eu vou olhar pra você”. E quando ela o faz vê algo acima do Humano – um Deus ou um arquétipo- e cai numa solidão intolerável. Por essa razão é que o impasse, a dominação e a fantasia do paraíso duram tanto. Intuitivamente a mulher sabe que, se se libertar desse estado de possessão do ANIMUS, cairá na pior espécie de solidão.

Várias mulheres sentem o poder que o animus exerce sobre elas, sem reconhecê-lo. Quando a mulher vê o animus, este não pode mais dominar sua Psiquê. Ela pode então, relacionar-se com ele, deixando de lhe ser subserviente.

A criança que Eros prometeu a Psiquê será um deus (totalmente inconsciente) se ela for obediente e fizer tudo o que ele exigiu: não perguntar nada, não acender a lâmpada da consciência para tentar ver sua natureza- Eros como realmente ela é. É uma possibilidade, pode ser que ela queira viver nessa forma primitiva, antiquada. Mas, se o fizer será uma deslocada nesse mundo moderno. Quase todas as mulheres de hoje, fazem perguntas, acendem a lâmpada e insitem em ter sua própria consciencia.

Um dos fatos mais gratificantes quanto ao simbolismo de nosso mito, são  os conselhos das 2 irmãs, que recomendam a psiquê que se arme da lâmpada e faca. Dois simbolos masculinos. É extremamente util a mulher compreender sua capacidade de empunhar estes dois instrumentos. O que faz a esposa com a virtude lâmpada e o que faz ela com a virtude faca? As irmãs chegam até a dizer a Psiquê qual a articulação que deve ser cortada: a que liga a cabeça ao corpo. A decapitação do monstro.

Creio que podemos afirmar o seguinte, como sendo uma asserção poderosa e abrangente: a mulher deve usar a lâmpada, mas não a faca. Esta serve só para o uso pessoal, para o discernimento, para a clareza, para abrir caminho no nevoeiro. Para uso INTERNO. Se a mulher puder lembrar-se de usar a lâmpada em primeiro lugar, durante os períodos difíceis do casamento, saberá escolher entre usar ou não a faca. Só que na prática, a faca normalmente vem em primeiro lugar e só depois é que ela toma a lâmpada para ver o estrago que causou.

A faca é aquela capacidade destuidora que a mulher tem para afogar o homem com uma torrente de palavras. É o comentário arrasador que faz do homem um pedaço de CARNE NO ESPETO.........É essa também como a ANIMA do homem - seu lado feminino - age com ele quando o relacionamento de amor deixa muito a desejar. É  cortante e sarcástica; vem de faca na mão. Nossa recomendação para usar a lâmpada, não a faca, aplica-se igualmente tanto à ANIMA MASCULINA quanto à própria mulher.

O que significa a lâmpada e o que ela mostra? Mostrou que Eros é um Deus. A mulher tem a capacidade de revelar o valor de seu homem com a lâmpada de sua consciência. Na pior das hipóteses o homem  fica sabendo que tem um Deus- um ser magnífico- em algum lugar dentro de si; mas, quando a mulher acende a lâmpada e vê nele o Deus, ele se sente obrigado a manter-se à altura dessa condição, e prá aguentar isso precisa ter a consciência bem estruturada. Claro que ele treme! Ainda assim, ele parece precisar desse reconhecimento feminino ao seu redor. Coisas horríveis acontecem aos homens quando privados da presença feminina, pois aparentemente é essa presença que lembra ao homem o que ele tem de melhor!

 

Bem, as explicações continuam, mas para não ficar extensa demais, paro por aqui e volto a sugerir a leitura dos livros.

Eros-Jean-François-Lagrenee _1768.jpg

Obra de Louis Jean François Lagrenée - "Eros"  1768

 

 

02.05.10

EROS,AFRODITE,PSIQUÊ/ MITO E ATUALIDADE DO MITO


Bete do Intercambiando

Quem me conhece, sabe que sou fascinada por uma trilogia de um escritor e psicólogo americano Robert A. Johnson, (He, She, We), onde ele relata através do mito de Eros, Psiquê e Afrodite, o quanto um mito tão antigo, pré cristão, registrado na era clássica grega, ainda hoje nos diz muito. Já sugeri às minhas filhas e à minha sobrinha que o lessem, antes de casar, depois de casadas, mas como acredito não tenham lido, e acho de suma importância que  o leiam, o assimilem, reflitam sobre ele, vou aproveitar este canal para mostrar apenas um trecho dele, quem sabe assim desperto-lhes o interesse na leitura...E a quem mais passar por aqui!...Vou até mais além: Nestes cursos de noivos que são dados por aí, se incluissem a leitura destes 3 livretos muitas crises poderiam ser poupadas...

 

PRIMEIRO O MITO PRÓPRIAMENTE DITO

 

 

Psiquê (em grego: Ψυχή, Psychē) é uma personagem da mitologia grega, personificação da alma.

Seu mito é narrado no livro O Asno de Ouro de Apuleio, que a cita como uma bela mortal por quem Eros, o deus do amor, se apaixonou. Tão bela que despertou a fúria de Afrodite, deusa da beleza e do amor, mãe de Eros - pois os homens deixavam de frequentar seus templos para adorar uma simples mortal.

A deusa mandou seu filho atingir Psiquê com suas flechas, fazendo-a se apaixonar pelo ser mais monstruoso existente. Mas, ao contrário do esperado, Eros acaba se apaixonando pela moça - acredita-se que tenha sido espetado acidentalmente por uma de suas próprias setas.

Com o próprio deus do Amor apaixonado por ela, suas setas não foram lançadas para ninguém. O tempo passava, Psiquê não gostara de ninguém, e nenhum de seus admiradores tornara-se seu pretendente.

 As irmãs de Psiquê

O rei, pai de Psiquê, cujo nome é desconhecido, preocupado com o fato de já ter casado duas de suas filhas, que nem de longe eram belas como Psiquê, quis saber a razão pela qual esta não conseguia encontrar um noivo. Consulta então o Oráculo de Apolo, que prevê, induzido por Eros, ser o destino de sua filha casar com um ente monstruoso.

Após muito pranto, mas sem ousar contrariar a vontade de Apolo, a jovem Psiquê foi levada ao alto de um rochedo e deixada à própria sorte, até adormecer e ser conduzida pelo vento  Zéfiro a um palácio magnifico, que daquele dia em diante seria seu.

Lá chegando a linda princesa não encontrou ninguém, mas tudo era suntuoso e, quando sentiu fome, um lauto banquete estava servido. À noite, uma voz suave a chamava e, levada por ela, conheceu as delícias do Amor, nas mãos do próprio deus do amor...

Os dias se passavam, e ela não se entediava, tantos prazeres tinha: acreditava estar casada com um monstro, pois Eros não lhe aparecia e, quando estavam juntos, usava sempre um capuz. Ele não podia revelar sua identidade pois, assim, sua mãe (Vênus, que é o nome de Afrodite na mitologia romana) descobriria que não cumprira suas ordens - e apesar disto, Psiquê amava o esposo, que a fizera prometer-lhe jamais retirar-lhe o capuz.

Passado um tempo, a bela jovem sentiu saudade de suas irmãs e, implorando ao marido que permitisse que elas fossem trazidas a seu encontro. Eros resistiu e, ante sua insistência, advertiu-a para a alma invejosa das mulheres.

As duas irmãs foram, enfim, levadas. A princípio mostraram-se apiedadas do triste destino da sua irmã, mas vendo-a feliz, num palácio muito maior e mais luxuoso que o delas, foram sendo tomadas pela inveja. Constataram, então, que a irmã nunca tinha visto a face do marido. Disseram ter ouvido falar que ela havia se casado com uma monstruosa serpente que a estava alimentando para depois devorá-la, então sugeriram-lhe que, à noite, quando este adormecesse, tomasse de uma lâmpada e uma faca: com uma iluminaria o seu rosto; com a outra, se fosse mesmo um monstro, o mataria.

Psiquê resistiu os conselhos das imãs o quanto pôde, mas o efeito das palavras e a curiosidade da jovem tornaram-se fortes. Pôs em execução o plano que elas haviam lhe dito: Após perceber que seu marido entregara-se ao sono, levantou-se tomando uma lâmpada e uma faca, e dirigiu a luz ao rosto de seu esposo, com intenção de matá-lo.

A jovem, espantada e admirada com a beleza de seu marido, desastradamente deixa pingar uma gota de azeite quente sobre o ombro dele. Eros acorda - e o lugar onde caiu o óleo fervente de imediato se transforma numa chaga: o Amor está ferido.

Percebendo que fora traído, Eros enlouquece, e foge, gritando repetidamente: O amor não sobrevive sem confiança!

Psiquê fica sozinha, e desesperada com seu erro, no imenso palácio. Precisa reconquistar o Amor perdido.

Eros voa pela janela e Psiquê tenta segui-lo, cai da janela e fica desmaiada no chão. Então o castelo desaparece. Psiquê volta para a casa dos pais, onde reecontra as irmãs que fingem piedade para com a irmã. Acreditam que o lindo Eros, solteiro as aceitariam e seguem em direção ao belo palácio. Chamam por Zéfiro e acreditando estar segura pelo mordomo invisível se jogam e caem no precipício.

Psiquê caminha noite e dia, sem repouso nem alimentação. Avistou um belo templo no cume de uma montanha e acreditando encontrar seu amor escalou a montanha. Ao chegar no topo depara-se com montões de trigo, espigas de milho, cevada e ferramentas, todas misturadas e ela os separa e organiza. O templo pertencia a santa Ceres, grata pelo favor da bela moça lhe diz o que fazer para reconquistar o marido. Primeiro ela precisaria conseguir o perdão da sogra.

 

 

BEM, A HISTÓRIA DO MITO CONTINUA, MAS VAMOS PARAR POR AQUI, QUE É A PARTE QUE NOS INTERESSA, NESTE MOMENTO!...NO POST SEGUINTE APRESENTAREMOS AS EXPLICAÇÕES CONTIDAS NO LIVRO "SHE". QUEM QUIZER  SE APROFUNDAR, NO MITO, PROPRIAMENTE DITO,  É SÓ ACESSAR A WIKIPÉDIA.

 

E-REFERENCE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Psiqu%C3%AA 

 

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